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	<title>upon the sky,</title>
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		<title>So, Goodbye (&#8230;)</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 21:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kolenczuk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Autora]]></category>
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		<description><![CDATA[É necessário explicar, antes de mais nada, como surgiram todas essas lembranças. De pouco recordo datas exatas, horas exatas, momentos exatos. Apenas conto tudo aquilo que um dia deixei guardado nas caixas antigas. Hoje entre os pequenos fragmentos de papel, encontra-se também poeira, lágrimas que foram recolhidas, e sinais de diálogos que um dia sonhei. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=354&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É necessário explicar, antes de mais nada, como surgiram todas essas lembranças. De pouco recordo datas exatas, horas exatas, momentos exatos. Apenas conto tudo aquilo que um dia deixei guardado nas caixas antigas. Hoje entre os pequenos fragmentos de papel, encontra-se também poeira, lágrimas que foram recolhidas, e sinais de diálogos que um dia sonhei. Típicas palavras que nunca saíram, guardadas em todos os lugares, em letras miúdas, que se transformaram na minha história. Talvez, não exatamente em minha história, mas naquela história que um dia desejei viver. Aqui, exatamente aqui, você poderá encontrar sinais de algo que nunca tive, pessoas que estavam em minha vida e acabei perdendo com o passar das conversas. E pessoas que um dia, encontrei na rua e transformei em parte de minha vida. Quem sabe, você pode estar aqui, entre pequenas e inusitadas manias que se transformaram em todo esse meu universo paralelo. Pouco me lembro, pouco me lembro. Às vezes observo os retratos espalhados pelo longo corredor, e me pergunto se um dia já fiz parte deles. Se aquela com os cabelos sedosos e olhos brilhantes, realmente era eu. Penso que era apenas um espectro (com vida, por mais sem sentido que isso pareça), que dançava pelas ruas em saltos altos e conquistava todos com seu sorriso de lado. Tenho saudades de quando ainda tinha controle, não só de minha vida, mas de todos aqueles que apareciam nas fotografias. Observo então o meu reflexo no espelho, e lá estou – poucos cabelos, agora escorridos de forma desparalelada, algumas manchas brancas em meu corpo, e um sinal de sorriso escondido entre a falta de maquiagem. Pouco me pareço com aquela garotinha, apenas sinto. Sinto medo, angústia, e o nó guardado há tanto tempo em minha garganta seca. Arranha de forma como se já fosse costumeiro, tento ignorar.<br />
Continuo procurando entre as caixas, tudo o que poderia ser útil para escrever essa história, mas encontro apenas as mesmas palavras, as mesmas lembranças de noites que caminhei sozinha, ou de noites que estivesse embalada por qualquer droga. Leio os diários que escrevi durante todas as vezes que usei substâncias alucinógenas, em um deles, comento sobre os quadros escuros do meu corredor. Deparo-me com o fato de que estou sentada no chão do mesmo, e dessa vez, os quadros não parecem tão assustadores assim. Sentia-me sozinha, porém, agora estava acostumada com o fato. Certas pessoas não nascem para amar – alguém disse isso uma vez. Não me lembro não me lembro de nada.</p>
<p>Gostaria de explicar melhor do que se trata essa minha louca desventura sonhada, apenas não encontro palavras exatas para descrevê-la. Com o passar do tempo, minha arte de dominar as palavras também acabou por se corromper. Olho fixadamente para a garrafa de whisky envelhecido, está vazia, por sorte. Tento lembrar exatamente como foi parar naquele lugar estranho, entre tantas caixas e fotografias. Apenas recordo de estar deitada em minha cama e de sair caminhando pela casa, enquanto refletia sobre nossa despedida. Doía como nunca, ardia em todas as partes de meu pequeno e agora tão frágil corpo. Encontrei cada diário em um cômodo da casa, jogados pelos cantos, entre as mobílias desgastadas. Alguns pedaços de cartas e papéis com anotações dentro deles. Cada palavra parecia me corroer mais profundamente, como se estivesse numa louca expedição para conhecer melhor cada parte de minha essência. Confesso que no começo tive medo de lê-los, poderia me deparar cada vez mais, com as partes podres, e então compreender de vez o ser humano frio que me tornei. Faltava algo, sempre vivi com esse espaço em branco. Não sei exatamente como preenchê-lo, continuo buscando de todas as formas, maneiras de me arrepender, e maneiras de continuar. Ainda assim, pareço estagnada no mesmo lugar.<br />
Recolho então o último pedaço de papel, preso ao espelho no final do corredor. “Viva sua própria mentira” Duas lágrimas caem sem que perceba, escorrem faceiras em minha fronte. Entendo a necessidade de continuar escrevendo e contando como seria a vida que sempre desejei, boa parte dela ao seu lado. Certa vez você perguntou qual seria o exato sabor da felicidade, deixo aqui minha tentativa de explicá-lo a você.<br />
Peço desculpas por assustar com essas minha palavras, porém essa é apenas mais uma carta, com a qual inicio minha história. <strong>A história que sonhei, apenas isso.</strong></p>
<p style="text-align:right;">Para Jamie,<br />
com certo amor.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uponthesky.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uponthesky.wordpress.com/354/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uponthesky.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uponthesky.wordpress.com/354/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/uponthesky.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/uponthesky.wordpress.com/354/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/uponthesky.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/uponthesky.wordpress.com/354/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uponthesky.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uponthesky.wordpress.com/354/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uponthesky.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uponthesky.wordpress.com/354/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uponthesky.wordpress.com/354/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uponthesky.wordpress.com/354/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=354&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Soneto ao Piano (&#8230;)</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 02:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kolenczuk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Autora]]></category>
		<category><![CDATA[tatiana kolenczuk]]></category>

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		<description><![CDATA[Pra quê? Me diz, sinceramente, pra quê? Esse poço fundo é deprimente, era de se esperar que fosse assim. Mas me diz, pra quê? Não queria isso, nunca quis. Queria tua música, voz suave que me levava para longe. Pausas para falar, falar sem pausar, ou falas pausadas &#8211; como fosse, queria tudo para guardar. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=351&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra quê? Me diz, sinceramente, pra quê? Esse poço fundo é deprimente, era de se esperar que fosse assim. Mas me diz, pra quê? Não queria isso, nunca quis. Queria tua música, voz suave que me levava para longe. Pausas para falar, falar sem pausar, ou falas pausadas &#8211; como fosse, queria tudo para guardar. Só não entendo por que adentrei nesse universo de romances incompreendidos, um seguido de outro, outro seguido doutro, tantos tantos tantos. Pra quê, o que fiz para merecer algo assim? É como um carma, uma sina que me persegue. Cansei de tentar e não conseguir chegar há lugar algum. Tentei ser feliz, feliz de verdade, como todos aparentam ser. Porém a primeira reação que tive foi de simplesmente não tentar, tentar fugir, tentar ser fria. Talvez tenha tentado demais. Esforço nunca é bom. O fato é que quando nos deparamos com o amor, tudo se embrulha em um grande puxadinho. Puxadinho geralmente são pequenos, mas aconchegantes. É simples e deslumbrante. É tudo ou nada ao mesmo tempo. Pra quê fui me apaixonar? Pra quê? Para sofrer? Ou para simplesmente aprender que há um toque seu em tudo ao meu redor. Me fez descobrir tantas coisas, tantas coisas delicadas há ponto de não serem percebidas. Só estava me apaixonando, e este era o real problema. <strong>Paixão sempre significou repulsa. Amor então nem se fala, desse tenho e sempre tive medo. </strong>Era desse medo que tanto fugi, todos os dias tentava negar, ainda assim, ele existia. Tentava reprimir, tentei de todas as formas criar uma barreira. Fui fria demais a ponto de não perceber que estava te afastando, perdendo a cada segundo em que passávamos juntas. Não permiti esse amor. De certa forma, acho que nada mais importa. Esse amor ainda existe. Teus abraços ainda existem. Tudo está fresco em minhas lembranças, como se em um novo instante que te encontrar, nossos olhares se alinharam novamente. Dessa vez, prometo não fugir. Não quero, não temo. Na realidade quero &#8211; nós. Seja o que vier.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uponthesky.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uponthesky.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uponthesky.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uponthesky.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/uponthesky.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/uponthesky.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/uponthesky.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/uponthesky.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uponthesky.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uponthesky.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uponthesky.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uponthesky.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uponthesky.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uponthesky.wordpress.com/351/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=351&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sobre normas e linhas paralelas (&#8230;)</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 01:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kolenczuk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Autora]]></category>
		<category><![CDATA[tatiana kolenczuk]]></category>

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		<description><![CDATA[Para Danielle Cristina Quem não haveria de possuir uma ferida de estimação. Quem não haveria de ter aquela dúvida que solenemente mora em seu coração, durante todos os dias, durante cada minuto remoe mais e mais. Minhas víceras já estão tão frágeis, assim como toda minha essência. Parece mentira, enquanto tento que tudo pareça a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=348&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em>Para Danielle Cristina</em></p>
<p>Quem não haveria de possuir uma ferida de estimação. Quem não haveria de ter aquela dúvida que solenemente mora em seu coração, durante todos os dias, durante cada minuto remoe mais e mais. Minhas víceras já estão tão frágeis, assim como toda minha essência. Parece mentira, enquanto tento que tudo pareça a mais doce verdade. De doce nada tem. Tinha há algum tempo atrás, mas perdi. O problema não é o fato de não haver, e sim o fato de que tua presença tornou-se a minha ferida favorita, e dói. Vou te contar, como dói. Arde de uma forma, arde de todos os lados, até que começo a conversar com ela. Penso que é uma maneira de fingir que você ainda está ali. Conto sobre meu dia, e conto que preciso chorar, ainda que lágrima nenhuma caía, te conto o que se passa em meu coração. O mesmo coração que você mora. Deve ter percebido como ele está mais sujo, mais podre, menos digno. Deve ter percebido, e se não percebeu, então está tão cega quanto eu. Debatendo-se entre as quinas das esquinas. Ainda olho para aquela parede, todas as vezes que caminho por ali, pena que não são muitas. Toda vez, rara, que passo por ali, lembro. E lá vem aquela dor arder, até que comece novamente a conversar, ela vai se acalmando, percebe que ainda não esqueci que está ali. Então desiste e volta a ficar calada, quase serena, se não fosse pelas vezes que resolve gritar. E quando ela grita, como grita. Vou te contar, como grita. Só sei que nessas horas, preciso fingir que não escuto e continuar caminhando, naquelas passos largos e rápidos, naquela minha péssima mania de tentar concertar tudo. Nessas horas, não tem concerto, não tem o que fazer, senão esperar. <strong>Olha, é difícil.</strong> São lembranças rasgadas e guardadas pelos cantos de cadernos, são músicas que fico cantarolando e chorando e cantarolando novamente, são as minhas ilusões sem beira, e o pior, aquela minha taquicardia que só parava quando deitava sobre teu ombro. Agora imagine tudo isso com uma ferida doendo e um coração gritando. Certa vez, estava cansada de tanto drama e resolvi perguntar, o que isso significava, e sabe o que ele teve a ousadia de responder &#8211; é saudades, é saudades. Assim mesmo, meio cantadinho, meio com teu jeito de apaziguar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uponthesky.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uponthesky.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uponthesky.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uponthesky.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/uponthesky.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/uponthesky.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/uponthesky.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/uponthesky.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uponthesky.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uponthesky.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uponthesky.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uponthesky.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uponthesky.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uponthesky.wordpress.com/348/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=348&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Visita inesperada (&#8230;)</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 23:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kolenczuk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Autora]]></category>

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		<description><![CDATA[Não se sabe quando surgiu, ou daonde veio. Ou qual seu nome. Só sei que chegou manso, andando em minha direção com algo diferente em seu olhar, um brilho que nunca havia fitado antes. Caminhava de uma forma engraçada, meio desnorteado, como se também não tivesse controle do que estava acontecendo ali. Apenas sorria e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=345&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não se sabe quando surgiu, ou daonde veio. Ou qual seu nome. Só sei que chegou manso, andando em minha direção com algo diferente em seu olhar, um brilho que nunca havia fitado antes. Caminhava de uma forma engraçada, meio desnorteado, como se também não tivesse controle do que estava acontecendo ali. Apenas sorria e sorria e sorria. Sem parar. Tinha um sorriso divertido, que contagiava todas as pessoas ao seu redor. Chegou em minha frente e entregou uma pequena caixinha dourada, com um laço que cobria toda a sua tampa. Observei de lado, pensando no que haveria de encontrar daqui alguns minutos. Não conseguia emitir som algum, muito menos ele. Suas vestes brancas ofuscavam meus olhos, não usava calçado algum. Tive medo, não conseguia segurar aquele pequeno embrulho, tinha medo de deixar com que o mesmo caisse no chão, e então veria algum tipo de líquido cristalino escorrendo na face de porcelana. Tinha medo de encontrar decepção em seu olhar. Ou de furtar parte de sua essência. Tinha medo, não queria machucar ambas as partes.<br />
&#8220;Licença, não posso aceitar&#8221; Disse, quando finalmente algum som escorreu entre meus lábios. Ele apenas empurrou outra vez, tentando fazer com que a caixinha pousasse em meus dedos finos. &#8220;Já disse que não posso aceitar&#8221;. Caminhei para trás, como sinal de recuo. Não queria ferí-lo mais e mais.<br />
Observei firme seus olhos azuis, e pareciam como oceanos, porém sem vidas. Ou talvez se assemelhassem mais a céus, sem estrelas. Algo morto. Algo sem paixão. Queria apenas conquistar uma forma de fazê-los brilhar tanto quanto os meus. Todo mundo sempre elogiava isso, queria que ele pudesse sentir este mesmo gosto. Gosto de olhos brilhando pela felicidade.<br />
Não conseguia entender, havia caminhado em minha direção com um sorriso tão inocente, e aos poucos, quanto mais tempo passava em minha presença, mais parecia estar se apagando. Como se pudesse ler minha mente, e estivesse descobrindo a cada segundo, o quanto eu era podre por dentro. Era não, talvez continue sendo. Tentava assimilar um pouco mais da sua aparência, mas simplesmente não conseguia. Tinha medo, outros zilhões de vezes, de machucá-lo. Sempre fui como a garota que morava em castelos abandonados no meio de espinhos, que saia raras vezes, apenas para ferir alguns outros corações. Não queria que aquele ser tão deslumbrante acabasse sendo apenas mais uma vítima. E eu nem havia pedido pela sua presença. Não conseguia entender.<br />
Ele forçou a caixinha outra vez, e por algum motivo, deixei que escorregasse entre o espaço vago de nossas mãos. Busquei incansavelmente alcançar aquele delicado presente, antes que o mesmo alcançasse os tijolos amarelos. Debrucei-me com algumas lágrimas suicidas, até que o mesmo se encontrou com meu toque. Porém a tampa ainda pendia na mão do anjo. Observei então o que restava em minha mão, encontrei apenas o vazio. Vazio. Como tudo naquele lugar. Como tudo que vivia antes de sua chegada. </p>
<p>Sem que percebesse, ele adentrou a caixa, deixando apenas um fragmento do seu coração do lado de fora. <strong>Era tudo que tinha, tudo que restava</strong>. Talvez, fosse tudo o que sempre precisei. Apenas sorri, guardando a caixinha no bolso direito. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uponthesky.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uponthesky.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uponthesky.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uponthesky.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/uponthesky.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/uponthesky.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/uponthesky.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/uponthesky.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uponthesky.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uponthesky.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uponthesky.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uponthesky.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uponthesky.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uponthesky.wordpress.com/345/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=345&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Meio dia de inverno (&#8230;)</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 23:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kolenczuk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Autora]]></category>
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		<description><![CDATA[Era como o sol da manhã, brilhava entre as nuvens, com aquele mesmo sorriso de sempre, o olhar parecia radiar mais do que o costume &#8211; haviam pontadas de nossa costumeira saudades, movida por discussões banais que sempre acabavam em sorrisos. Como se ali ainda existisse uma esperança de que algo havia de ser declarado. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=341&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era como o sol da manhã, brilhava entre as nuvens, com aquele mesmo sorriso de sempre, o olhar parecia radiar mais do que o costume &#8211; haviam pontadas de nossa costumeira saudades, movida por discussões banais que sempre acabavam em sorrisos. Como se ali ainda existisse uma esperança de que algo havia de ser declarado. Ainda que todas as palavras não conseguissem sair, era algo inevitável. Conhece o céu, certo? Pois bem, existe céu bonito, tão bem criado, com suas colorações avermelhadas dançando com outros tão diferentes tons acinzentados de chuva. Um necessita doutro. Não existe beleza, se ambos não estiverem ligados a algo surreal. É chamado de amor, por mim, para mim e por você.<br />
Você era semelhante as cores mais brilhantes ali pintadas. Possuía um efeito de pôr do sol sobre mim, como algo pelo qual nos tornamos encantados, e não conseguimos deixar de admirar. Era assim que te via, uma boa companhia para quando mais precisava, como um porto seguro talvez. Precisava, tinha sede de teus raios ensolarados sobre meu coração. Infelizmente, eu sempre fui como a parte acinzentada, que presume as piores tempestades do inverno. Perdão, nunca fui suficientemente digna de teu amor, não era digna de segurar em suas mãos. Queria apenas ser uma pessoa melhor, mas esqueci que você também fazia parte de minha vida, e que ainda te ansiava com todas as minhas forças. Entranhas reviradas por este sentimento tão angustiante, que neguei por tanto tempo &#8211; saudades. Perdão, já é tarde e já te perdi para alguém que brilha na sua mesma intensidade. Já é tarde demais, tornei-me apenas a chuva torrencial em tuas profundas lembranças. <strong>Perdão, estou sufocada, não posso mais aguentar o fato que não tenho você aqui, ainda que pareça tão perto.</strong> Tento esticar minhas mãos, mas não consigo, sinto-me atada em palavras que não saem. Talvez você nunca tenha a oportunidade de escutá-las. Sinto receio de saber que tudo o que antes existia, hoje perece em nossos corações. </p>
<p>Corri para longe, espero que você ainda possa me encontrar. Esse é um desafio &#8211; procure-me, encontre-me, seja comigo. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uponthesky.wordpress.com/341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uponthesky.wordpress.com/341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uponthesky.wordpress.com/341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uponthesky.wordpress.com/341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/uponthesky.wordpress.com/341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/uponthesky.wordpress.com/341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/uponthesky.wordpress.com/341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/uponthesky.wordpress.com/341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uponthesky.wordpress.com/341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uponthesky.wordpress.com/341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uponthesky.wordpress.com/341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uponthesky.wordpress.com/341/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uponthesky.wordpress.com/341/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uponthesky.wordpress.com/341/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=341&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sonhar em um céu semi-estrelado semi-apagado (&#8230;)</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 18:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kolenczuk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Autora]]></category>
		<category><![CDATA[tatiana kolenczuk]]></category>

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		<description><![CDATA[Sonhei contigo noite passada. Não decidi ainda se foi como um sonho, pesadelo não, pode ter sido apenas nostalgia. Sabe quando as lembranças atingem seus pensamentos e então ficam revirando até você acreditar que aquilo era um sonho? Pode ter sido isso também. Ainda não me decidi qual a intensidade. Só era real. Ao menos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=336&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sonhei contigo noite passada. Não decidi ainda se foi como um sonho, pesadelo não, pode ter sido apenas nostalgia. Sabe quando as lembranças atingem seus pensamentos e então ficam revirando até você acreditar que aquilo era um sonho? Pode ter sido isso também. Ainda não me decidi qual a intensidade. Só era real. Ao menos parecia. Eram momentos que havíamos passado. Teu olhar profundo e negro. Teu olhar brilhante no mesmo instante em que saímos pela primeira vez. Teu olhar formando lágrimas prontas para o suicídio, enquanto falávamos de nossas histórias. Teu olhar quando me beijava e afirmava o quanto queria aquilo. O quanto passou querendo a tarde toda. Teu olhar quando contei que não estava mais com ele. Tua felicidade era evidente. Teu olhar quando disse que estava bem comigo. Teu olhar tímido quando perguntavam se estávamos juntos. Era teu olhar, todos os jeitos e ângulos, que me assombraram enquanto caminhava para casa. Até que repousasse sobre os lençois, e aí sim, teu olhar começou a brilhar como uma faca, e parecia que queria me ferir, brilhava, doía. Ainda assim, dormi sorrindo por lembrar. Pensando que talvez você lembrasse da sua pequena estrela.<br />
Estrelas são complicas, não? Cada uma segue o ritmo de sua constelação, não costumam mudar de posição, mas dependem da forma com qual você olha para as mesmas. As vezes estão lá, brilhando e brilhando e brilhando. <strong>As vezes você simplesmente não as encontra</strong>. Sabe o que é mais incrível de tudo isso? Por mais que durante uma noite, você não as encontre. Por mais que durante muitas noites, você não as encontre. Algum dia, em algum lugar, de maneira que nunca imaginou, lá estarão, te esperando da mesma forma que havia visto durante a última noite.<br />
Penso se vai ser a mesma coisa, se nós dependemos da forma com qual fitamos nossas realidades. Talvez, te encontre de alguma outra forma e teu olhar me assombre como o desconhecido. Enquanto isso, fico me perguntando se teus olhos continuam negros e profundos, se teu sorriso continua desalinhado, se teus cabelos continuam sedentos de carinho. Se tua vida, ainda é minha. Ainda me pergunto Jamie, se um dia, se um dia, você voltará a brilhar. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uponthesky.wordpress.com/336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uponthesky.wordpress.com/336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uponthesky.wordpress.com/336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uponthesky.wordpress.com/336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/uponthesky.wordpress.com/336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/uponthesky.wordpress.com/336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/uponthesky.wordpress.com/336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/uponthesky.wordpress.com/336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uponthesky.wordpress.com/336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uponthesky.wordpress.com/336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uponthesky.wordpress.com/336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uponthesky.wordpress.com/336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uponthesky.wordpress.com/336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uponthesky.wordpress.com/336/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=336&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Refrescar-me-ei (&#8230;)</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kolenczuk</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tatiana kolenczuk]]></category>

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		<description><![CDATA[Cheguei à conclusão que tudo na minha vida tem sabor de sonhos desbotados. Apenas uma coisa importava, ou havia tornado maior com o passar de tardes ensolaradas. Não conseguia desvendar qual era o significado de toda aquela angústia que possuía a mesma essência que a felicidade. Era diferente do que estava acostumada, não parecia como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=334&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei à conclusão que tudo na minha vida tem sabor de sonhos desbotados. Apenas uma coisa importava, ou havia tornado maior com o passar de tardes ensolaradas. Não conseguia desvendar qual era o significado de toda aquela angústia que possuía a mesma essência que a felicidade. Era diferente do que estava acostumada, não parecia como todas as outras vezes – passageiras e jogadas ao vento. Dessa vez, pela primeira, e única talvez, tinha grande semelhança com a sensatez, qual de certa forma, nunca possuí. Só conseguia ficar acordada sonhando com momentos que não chegavam, momentos que sequer existiam. Sonhava com pequenos sinais, pequenas lembranças do teu sorriso marcado. Voz doce, voz que me consumia. Antes seria tão mais fácil, simplesmente me renderia ao fato de que estava me deparando com outra vida que seria destruída daqui alguns meses, só tinha de esperar e encenar o durante, para que o fim viesse ligeiro. Diferente, pelo simples fato de que não conseguia fingir, muito menos sabia o que fazer ao te encontrar. Tentava disfarçar, sorrir, inventar assuntos mirabolantes que te encantassem. Contudo, bastava um olhar profundo teu, que simplesmente esquecia todos os diálogos que havia premeditado. Sumiam. Então apenas conseguia dizer o que estava em minha essência, era de minha natureza te amar. Amar de uma forma que não conseguia descrever, ou sequer demonstrar. Por mais que tentasse esconder, não podia negar a dimensão que tudo estava sendo levado. Medo de estar apaixonada, pela primeira e talvez última vez. Não me bastavam mentiras, ou <strong>abraços de outros que não fossem os teus</strong>. Canções que antes me saciavam, hoje já não parecem exercer o mesmo efeito. Havia sido dominada pela sensação de querer fitar teus paraísos. E apenas confirmar que teus sentimentos eram recíprocos. Ainda que restasse medo, a certeza de eternidade me traria talvez, a única essência que poderia me completar neste instante. Você. </p>
<p>Não me restam dúvidas, só me faltam coragens. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uponthesky.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uponthesky.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uponthesky.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uponthesky.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/uponthesky.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/uponthesky.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/uponthesky.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/uponthesky.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uponthesky.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uponthesky.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uponthesky.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uponthesky.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uponthesky.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uponthesky.wordpress.com/334/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=334&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Menina dos olhos (&#8230;)</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 02:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kolenczuk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Autora]]></category>
		<category><![CDATA[tatiana kolenczuk]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sabia ao certo o que fazia naquele lugar, tudo parecia manter-me mais e mais deslocada. Não havia espaço para meus cabelos desgrenhados, ou para minhas calças desbotadas. Não havia espaço para meus sentimentos sinônimos de angustias. Muito menos, não havia espaço para minhas agonias. Aquele definitivamente não era meu lugar, sequer sabia como havia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=331&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sabia ao certo o que fazia naquele lugar, tudo parecia manter-me mais e mais deslocada. Não havia espaço para meus cabelos desgrenhados, ou para minhas calças desbotadas. Não havia espaço para meus sentimentos sinônimos de angustias. Muito menos, não havia espaço para minhas agonias. Aquele definitivamente não era meu lugar, sequer sabia como havia parado ao meio de todas aquelas imagens surreais de pessoas sem defeitos. Pensava se era mesmo capaz de existir alguém assim. Notei que não. Deviam esconder embaixo de suas lágrimas, algumas mentiras, algumas impressões que omitiam. Apenas não era real. Nada ali demonstrava essa realidade. E o que mesmo fazia no começo, antes de parar naquele salão nobre? Estava caminhando, até que bateu em minha porta, com aquele olhar apagado, sonolento, que conseguia me levar a ápices de uma taquicardia incontrolável.<br />
- Tenho que te levar a um lugar.<br />
- É mesmo necessário? – respondi com um tom desanimador. Se ao menos ele soubesse que naquele instante, estava abrindo mão de nosso amor, abrindo mão de algo que sequer podia chamar de amor.<br />
Apenas estendi minha mão, ainda que desaprovasse todo aquele plano. Era mirabolante demais, não fazia questão de pensar, ou de repensar sobre o quanto não combinava com aquele lugar, ou sobre como todos me julgariam no instante em que pisasse naqueles degraus. Deixei-me levar pelo seu par de olhos azuis, como se ainda existisse solução em estar ao seu lado. Sentei-me no canto de concreto, tentei não chamar atenção, ainda que tivesse alguns olhares repentinos de um desconhecido que se tornaria conhecido de minha nova (ainda que distante) realidade.<br />
Sem saber o motivo, cantei. Sem saber o motivo, algumas lágrimas escorreram. De alguma forma, aquele lugar me enfeitiçava, deslumbrava meu simples conhecimento. Tinha sede, sede de fazer parte daquilo. Entre olhares ofuscados pelo líquido cristalino, e momentos em que ia além, fitei longe um rosto que brilhava. E naquele instante, soube que algo estava sendo modificado em minha essência.<br />
Aparentemente, ele sorriu. Talvez não para mim, talvez nem houvesse notado minha presença entre tantas outras. Apenas sonhei acordada, no dia em que meus olhos poderiam ter a certeza de que ele era tudo que sempre precisei. Era completo, era meu. Apenas sonhei com o dia em que seu sorriso me pertenceria.<br />
- Você está bem? – aqueles olhos azuis que antes me fissuravam, haviam perdido o encanto.<br />
- Temos de conversar – disse. E ali, <strong>mudei o rumo do que anteriormente era esperado</strong>. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uponthesky.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uponthesky.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uponthesky.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uponthesky.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/uponthesky.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/uponthesky.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/uponthesky.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/uponthesky.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uponthesky.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uponthesky.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uponthesky.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uponthesky.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uponthesky.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uponthesky.wordpress.com/331/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=331&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O dia em que Vênus chorou (&#8230;)</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 23:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kolenczuk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Autora]]></category>
		<category><![CDATA[tatiana kolenczuk]]></category>

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		<description><![CDATA[Para Giovanna Michelato Era chamado de paraíso, ali não havia complicações, o dia não possuía fim, a noite era esperada com clamor por todos, apreciada raridade, era a paixão de todos os anjos que ali estavam por motivos que não convinham aos fatos. Com noites, não surgiam apenas estrelas cadentes e luas com seus ciclos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=328&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em>Para Giovanna Michelato</em></p>
<p>Era chamado de paraíso, ali não havia complicações, o dia não possuía fim, a noite era esperada com clamor por todos, apreciada raridade, era a paixão de todos os anjos que ali estavam por motivos que não convinham aos fatos. Com noites, não surgiam apenas estrelas cadentes e luas com seus ciclos – sempre havia uma surpresa, um nascimento de um novo ser repleto de luz.<br />
Alguns anjos eram inevitavelmente mais fáceis de lidar, poucos sonhavam, poucos queriam expor suas opiniões, sequer se importavam com a vida um dos outros. Contudo havia um anjo de setembro, que era a criatura temida, complicada. Exceção a todos os outros moradores daquele lugar. Muitos duvidavam de sua aura pura, passava o dia observando o mundo que havia abaixo das nuvens, nunca havia aprendido qual era o sentido da palavra Amor. Alma fria, como libriana pesava suas convicções, mas nunca pensava antes de agir. Suas palavras sinceras feriam. Não havia um ser sequer que a entendesse. Em silêncio, pedia todos os dias para que Vênus criasse alguém semelhante, de sentimentos inerentes e compreensíveis. Pedia.<br />
Até a noite em que o planeta das relações interruptas entrou na casa de Gêmeos, decanato complicado, de poucos nascimentos e verdades. Sua polaridade positiva assustava, era apenas mais um signo do Ar. E no exato instante de transição, uma luz jamais vista brilhou. Todos os anjos fitaram inteiramente cegos aqueles raios reluzentes, com certo receio do que estava por vir. Tamanha luz, só havia sido vista apenas uma vez. Complicação. Era um anjo de exímia perfeição, criticou desde o momento em que pisou seus pés descalços nas nuvens. Observou todos ao seu redor, com aquele doce sorriso, de quem precisa conquistar todos os seres. E era inevitável, conseguia conquistar. Estavam fixos naqueles cabelos levemente ondulados, negros. Olhos escuros, ébano amendoado, traços desenhados com uma delicadeza sem igual. Aquelas duas pequenas bolas pretas, fitaram o anjo de libra. Que teve medo. Pela primeira vez. Eram tão iguais, tão absurdamente iguais. Era assustador reparar como ambas tinham medo de paixões, tinham medo de entrar em uma relação que as fizesse sofrer. Ambas tinham classe, tinham um jeito calculista de pesar seus sentimentos. E mais do que tudo, ambas eram confiantes de seus dons. Sabiam que conseguiam tudo, e por isso, tornavam-se cada vez mais sozinhas. Precisavam uma da outra. Naquele instante, Vênus sorriu em suas vidas. Separou-as pelo destino, onde a inveja de todos os outros anjos foi colocada entre elas, para que nunca conseguissem estar juntas. Tinham tanto receio do que viria acontecer, caso um dia se encontrassem. Casas de Libra e Gêmeos sempre tão unidas decidiram mandá-las para o mundo do outro lado das nuvens. A profecia jogada, era de que nunca conseguiriam se entender lançaram todos os sentimentos ruins, que só seriam quebrados a partir do momento que assumissem suas semelhanças. Provedora genuína, Vênus naquele instante chorou, lágrimas fortes, que limparam seus corações. Aproximaram-se então, primeiro com tanto rancor, tanto ódio guardado. Ainda que no fundo, soubessem que eram iguais. Até que desistiram. Não havia problema em assumir. Eram semelhantes. Eram iguais. Apenas uma, poderia compreender o amor de outra. A partir daquele instante, todo o céu comemorou, entre inveja e agonia, do que ainda estaria por vir. <strong>Agora, estavam juntas</strong>.</p>
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		<title>Para um Peru do outro lado de um Sorriso (&#8230;)</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 22:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kolenczuk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Autora]]></category>
		<category><![CDATA[rafaella ferraresi]]></category>
		<category><![CDATA[tatiana kolenczuk]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sabia o que esperar, era conveniência estar naquele local, na hora marcada. Era apenas a ausência que uma amizade sincera lhe fazia. Teve de encontrá-la, ainda que não soubesse muito sobre sua vida, ou melhor, ainda que não soubesse nada a seu respeito. Se fosse qualquer outra garota despreparada, poderia sair correndo e largá-la [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=325&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sabia o que esperar, era conveniência estar naquele local, na hora marcada. Era apenas a ausência que uma amizade sincera lhe fazia. Teve de encontrá-la, ainda que não soubesse muito sobre sua vida, ou melhor, ainda que não soubesse nada a seu respeito. Se fosse qualquer outra garota despreparada, poderia sair correndo e largá-la no meio da pista, enquanto a mesma choraria com sua calça fluorescente. Poderia ser ridícula o bastante para tomar todo seu tempo, e sair correndo atrás. Mas não, ela parecia diferente, e por algum motivo, não estava arrependida de esperá-la.<br />
É você, perguntou meio receosa.<br />
Oi, ela sorriu.<br />
Naquele instante, algo brilhou como um sinal, não conseguia explicar determinado fato, mas parecia estar realizada com o simples acaso de que não teria de sair correndo, ou abandoná-la. Na realidade, estava feliz com o fato de que simplesmente, não queria deixá-la para trás. Só não havia reparado que naquele instante, algo diferente estava acontecendo. Não estava acostumada com a criação de novas amizades, não falava muito, e por isso, não sabia o que esperar. Riram, descobriram assuntos em comum, parecia surreal, ainda que o silêncio reinasse em alguns momentos.<br />
Tinha certeza, que ali existia algo para contar, algo para apoiar-se quando precisasse. E por algum motivo, sabia que não seria fácil jogá-la ao vento, como fazia com tantas outras pessoas. Tinha vontade de contar seus maiores segredos, porque algo nela era diferente. E o tempo provou que estava certa, o tempo, há o tempo. Ainda que pouco, passaram por momentos onde teve certeza de que podia contar com ela, podia chorar e dizer: &#8211; Por favor, não me deixe só. Sabia simplesmente, na maior doçura, que ela estaria ali com sua voz desafinada e com aquele sorriso que cativou na primeira instância.<br />
Por algum acaso, não se sabe bem qual, tornou-se espaço primordial em sua vida. Do qual não se imagina sem, do qual não se vive sem. Apenas está ali, apenas está ali. E cresce, e não torna a saciar. Apenas precisa da sua amizade, da sua companhia, da sua voz estridentemente encantadora. Apenas precisa chegar em casa e dizer: &#8211; <strong>Ah como bom é ter você, ah como é bom!</strong><br />
Imaginasse então chegando a sua casa daqui alguns anos, abraçada em qualquer romance, e diria, com um sorriso, na frente de seus filhos enfileirados – Peru! E todos por algum motivo começariam a rir, obrigando-as a contar a mesma história. História que começou assim. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uponthesky.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uponthesky.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uponthesky.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uponthesky.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/uponthesky.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/uponthesky.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/uponthesky.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/uponthesky.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uponthesky.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uponthesky.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uponthesky.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uponthesky.wordpress.com/325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uponthesky.wordpress.com/325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uponthesky.wordpress.com/325/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uponthesky.wordpress.com&amp;blog=7052877&amp;post=325&amp;subd=uponthesky&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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